08 fatores que dificultam um relacionamento

psicologa sulamérica que atende em sp


A amplitude do tema permite muitas interpretações.

Para conceituarmos a dificuldade é necessário esclarecer  como os relacionamentos se desenvolvem. Na definição de Turner e Richardf (2013), os relacionamentos passam por fases:

Nas fases iniciais ocorrem as trocas de informações básicas, cuja finalidade é promover a busca por interesses afins, ocorrendo certa idealização a respeito do outro.  

Na fase seguinte ocorre a reciprocidade de auto-revelação, quando os indivíduos se colocam de forma mais íntima, buscando estreitar o vínculo. 

É nesta fase que alguns relacionamentos tendem a desmoronar, pois a intimidade realista que o outro mostrou pode não corresponder à idealização oriunda da primeira fase e isto pode levar ao desentendimento.

Desnecessário alertar para os perigos da idealização excessiva, que responde pelo aumento das expectativas com relação ao outro, por isso é importante ser bastante realista no momento de estabelecer relações, a fim de conhecer quais os comportamentos e atitudes que do outro que podem ser tolerados.

Algumas variáveis que respondem pelo fracasso dos relacionamentos são:


1 – comunicação excessiva
Os relacionamentos são dinamizados em função da comunicação, por isto é importante  ceder em alguns momentos para que a outra parte possa ser ouvida;

2- comunicação escassa
A dificuldade em se comunicar pode prejudicar alguns relacionamentos, pois é fundamental que os indivíduos se posicionem de alguma forma, nas diversas situações. Quem não sabe falar sobre seus sentimentos, ou não consegue descrever o que está sentindo corre o risco de ser mal interpretado. Para quem tem dificuldades em desenvolver estas habilidades sociais, sugiro que procure um bom psicoterapeuta. Existem técnicas muito eficientes.

3 – escuta excessiva
“escutar demais” em linguagem comum significa interpretar erroneamente aquilo que foi dito. Por isso é importante perguntar antes de fazer inferências inadequadas ou inoportunas.

4- escuta deficitária
Escutar “de menos” também pode colocar uma relação em xeque. É importante ouvir o que o outro tem a dizer, mesmo que não concordemos.

5 – olhar excessivo
Consiste em observar o comportamento do outro além do que é permitido pelos limites da individualidade. Podemos citar como exemplo: espiar, bisbilhotar, vasculhar, etc..

6- Olhar deficitário
Consiste em não enxergar aquilo que é obvio e ululante.
Pode ser por comodismo ou insegurança, mas o fato é que algumas pessoas preferem vivem em um castelo de cristal, sem querer colocar os pés no chão de barro.

7 – Invasão
Invadir o outro consiste em romper com os limites colocados ou com a exigência de mais espaço na vida alheia, quando esta possibilidade é inviável. É importante que saibamos reconhecer nosso lugar e nossos limites.

8- Distanciamento

O extremo oposto também pode prejudicar muitas relações, pois é difícil estabelecer vínculos com indivíduos emocionalmente distantes, que não expressam suas emoções, pensamentos ou sentimentos.

Estes são apenas alguns aspectos. Você pode elencar outros.

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Atendo em Psicologia clínica há + de 12 anos, compartilhando a história de vida de muitos clientes, acolhendo queixas como 

DepressãoAnsiedade (TAG),  estress, Transtorno do Estresse pós traumático (TEPT), Dificuldade de relacionamento, fobia social, dificuldade em demonstrar sentimentosluto, ciúme patológico, dificuldade de vinculação, sentimento de solidão excessiva,  dificuldades escolares, de contração, de prestar atenção, de memorizar; Apoio emocional e psicológico para superação Término de relacionamento  e traumas de infância, carência afetiva crônica.necessidade de aceitação, superação de episódios de traiçãoTDAH, Terapia Cognitivo ComportamentalTerapia de Casal:Terapia IndividualTerapia InfantilDificuldade de relacionamentos, de comunicação,   de expressar sentimentos,  de manter relacionamentos afetivos, de comunicação,   de tomar decisões, etctranstorno de personalidade:  pensamentos obsessivos, distorcidos intrusivos ou recorrentes;depressão, ansiedade, luto, término de relacionamento, dificuldade de conseguir emprego, passar em vestibular, estresse no trabalho, amor patológico, e alguns casos mais complexos como transtornos Bipolares, Borderline, do Pânico, etc.


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Meus clientes dizem que "Terapia é pra quem merece"; "É ganho, não perda"; Terapia não é punição por maus pensamentos ou correção para maus comportamentos; é um fortalecimento emocional que resulta na recuperação da autoestima e do poder de decisão. 


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