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A dificuldade de relacionamento

Por que algumas pessoas apresentam mais dificuldade em se relacionar que as outras? Aquilo que para alguns é tão natural, para outras é um pesadelo.



O tema não é fácil e abre diversas possibilidades de entendimento. A proposta aqui não é esgotar o assunto, mas ao contrário, buscar novas formas de entendimento.



Alguns indivíduos preferem abster-se do convívio social, isolando-se ou buscando apenas relacionamento na internet, onde não precisam se expor com totalidade, podendo "deletar os indesejáveis" quando bem entender.
A dificuldade de relacionamento pode ser entendida de várias formas:
Dificuldades específicas:

  • Contextuais=> na hora de namorar, paquerar, falar em público;
  • Operacionais => dificuldades em se relacionar somente no ambiente de trabalho, escolar ou religioso;
  • Familiares => dificuldades em manter relações de qualidade somente no âmbito familiar Gerais => surgem em vários contextos ao mesmo tempo.
  • Aspectos sócio-históricos => variáveis sócio-históricas-culturais que influenciam as negativamente as relações.
  • Dentre outras ...


Não vamos considerar como dificuldade o simples fato de um indivíduo se desentender somente com uma ou duas pessoas. Isto pode ser uma questão de ajuste na relação e é assunto pra outro tópico. Nosso foco aqui são as dificuldades que trazem limitações e prejuízos sociais, afetivos e financeiros.


1.Dificuldades contextuais


Se um indivíduo apresenta dificuldades no momento de estabelecer contato ou aproximações, mas não em outros contextos, pode significar apenas uma forma leve de timidez se não houver prejuízos. Entretanto, se esta limitação impossibilita vivenciar situações gratificantes, é importante verificar quais são os aspectos da história do indivíduo que determinaram este comportamento de esquiva.


O conceito que o tímido faz em relação a si mesmo geralmente é negativo-catastrófico, o que gera sentimento de rejeição e baixa autoestima. É comum ouvi-lo dizer:


“Não tenho assunto”;“Sou feio(a)”;“Não sou inteligente”;“Sou rejeitado”;


Sua visão de mundo é catastrófica: acredita que as coisas boas só acontecem aos outros, menos com ele. Não funciona muito exigir que se “solte mais”. Ele sabe disso melhor que qualquer um. Apenas não sabe exatamente como fazer isso.


Dificuldade nos relacionamentos afetivos: Alguns indivíduos se queixam da dificuldade em encontrar o “par perfeito”, a “alma gêmea”, etc, e nesta busca enveredam por mil caminhos diferentes, percorrendo caminhos tortuosos.


Não é uma busca fácil, porque a dificuldade não reside na busca especificamente, mas no ajustar-se ao outro. Algumas pessoas querem um parceiro prontinho, perfeitinho e de preferência embalado para presente.


Considerando que as relações se estabelecem em função das gratificações que proporcionam, é natural que os indivíduos busquem se relacionar com pessoas que possam “preencher” suas necessidades mais elementares de afeto.


Abreu (2005) informa que a vinculação entre casais apresenta semelhanças com a vinculação infantil, salientando que:


a) da mesma forma que a criança, o adulto tende procurar seu parceiro nos momentos de grande ansiedade;


b) a imagem de seu cônjuge é associada à conforto e segurança (base segura);


c) a separação gera ansiedade, tanto na criança que se separa dos cuidadores, quanto no adulto que se separa do seu par. (p.149)


Naturalmente esta categorização é aproximada, pois é comum observar algumas crianças que tiveram uma infância dramática tornarem-se adultos confiantes e vice-versa.

Levine e Heller (2013) apontam que existem dois tipos de apego, os ansiosos e evitativos:


Os tipos ansiosos geralmente exigem atenção e demonstração de afeto, a fim de que conseguirem a confirmação que são realmente amados. Entendem que uma relação seja como uma fogueira que deve ser cuidada para que não se extinga. Para quem se relaciona com indivíduos que se aproximam deste padrão de apego, os autores (op. cit.) sugerem que ofereçam a eles a base segura que lhes falta.


Porém isto nem sempre é fácil. Oferecer segurança a quem não adquiriu ao longo do desenvolvimento pode ser uma tarefa dolorosa, pois requer muita sabedoria. É necessário que haja um diálogo claro, onde as pessoas busquem conhecer suas necessidades afetivas e consigam equilibrar os ganhos e as perdas, evitando invasão. Nestes casos é fundamental que haja uma real compreensão dos motivos que levam um indivíduo a demonstrar ansiedade diante de eventos corriqueiros.


Os evitativos são o extremo oposto: querem garantir sua independência a qualquer custo. Segundo Levine e Heller (2013) isto não significa que eles não amem seu parceiro, apenas que precisam manter seu espaço preservado. Tais indivíduos geralmente não costumam partilhar seu afeto além daquilo que julgam adequando, pois temem que serão invadidos e terão sua individualidade comprometida. A melhor forma de se relacionar com estes indivíduos é oferecendo a eles o espaço necessário para viverem de forma autêntica.


Mas isto também não é fácil! Afinal que se relaciona geralmente deseja compartilhar vivências e afetos. É importante que haja paciência e compreensão, para negociar com o parceiro evitante o espaço necessário para o relacionamento. Convém não forçá-lo a estabelecer relações mais íntimas do que podem oferecer, uma vez que esta atitude evitativa possivelmente foi adquirida ao longo do desenvolvimento. Por isso “forçar a barra” só vai fazer com que ele se afaste ainda mais.


No entanto, a sugestão que se faz para quem está com dificuldades de se relacionar com o ansioso ou com o evitante é que verifique prioritariamente as próprias necessidades afetivas e a disposição em negociar com pessoas diferentes e pouco dispostas a mudar. Se o relacionamento for gratificante, convém buscar apoio terapêutico para mediar os conflitos e ajustar as necessidades.
Apesar das diferenças pessoais, um relacionamento afetivo dar certo, mas é necessário que os pares se apropriem das suas diferenças, sem negá-las, assumindo defeitos e qualidades e mantendo sempre um diálogo aberto.

2.Dificuldades operacionais
São aquelas dificuldades que surgem quando o indivíduo não consegue, por exemplo, trabalhar em grupo, mas consegue se reunir com o mesmo grupo para uma comemoração.


Isto pode estar relacionado ao perfeccionismo, ou falta de confiança básica no outro.


3.Dificuldades familiares
Alguns indivíduos se relacionam muito bem com os amigos, vizinhos, até mesmo com os estranhos, mas por algum motivo apresentam dificuldades de se relacionar com os familiares. Este tipo de dificuldade é muito comum.


Isto pode ocorrer em função dos diferentes interesses dos familiares e das diferentes limitações que o contexto familiar impõe, em função dos hábitos adquiridos ao longo do tempo.


Aqui não há alternativa: todos devem se ajustar às diferentes demandas, respeitando os limites do outro. É fundamental que a comunicação seja clara.

4. Dificuldades gerais
Em alguns casos, a história de vida de alguns indivíduos aponta para ocorrências limitadoras durante a infância ou adolescência, levando-os a se sentirem "inferiores", ou "superiores" aos demais. Isto pode colaborar para que alguns indivíduos acumulem pequenas dificuldades para se relacionar e num dado momento percebem que não conseguem mais se relacionar de forma saudável em nenhum contexto.

Para modificar este quadro, é importante ressignificar a auto imagem, quebrar conceitos e preconceitos, desfazer ideias cristalizadas a respeito de si mesmo e do mundo, abrir-se ao outro, deixar de lado (na medida do possível) o medo da rejeição e o sentimento de superioridade, pois são barreiras que contribuem para o isolamento social, trazendo prejuízos em todas os contextos.


5. Variáveis sócio-históricas
Outro ponto importante a considerar é o momento histórico que atravessamos: somos ensinados (através da mídia, principalmente) a temer e desconfiar de todos.
Ensinaram-nos que:

  • O outro é um concorrente, não um semelhante; 
  • o outro é uma ameaça, não uma fonte de apoio;
  • o outro é diferente;
  • o outro é pior;
  • o outro é melhor;
  • o outro tem mais;
  • o outro tem menos;
  • etc.


Desta forma, vamos formando "classes" de pessoas com interesses parecidos.
Ok. Até aqui, nada demais.

É tendência do ser humano se relacionar com seus pares, ou seja, aqueles que têm interesses em comum. A dificuldade surge justamente quando precisamos nos relacionar com o diferente. Como deixar de lado as diferenças e estabelecer relações saudáveis, se não formos ensinados? Como deixar de temer o diferente? Como confiar no outro? Bem, são questões difíceis e exigem muita reflexão. 


No entanto, alguns pontos devem ser observados:


 1º Compreender o que é um relacionamento - Relacionamentos são vias de mão dupla. É preciso disposição para compreender e se adaptar ao outro.

 2º) Romper as barreiras - Passar em revista seus valores e verifique se não é você que está rejeitando o mundo a sua volta. Algumas pessoas tendem a eliminar certos relacionamentos por medo de ser "contaminados" pelas ideias alheia e desta forma, perdem a chance de conhecer pessoas maravilhosas e viverem bons momentos. Se este não é seu caso, ótimo. Se for, verifique o que é melhor: conviver com suas ideias cristalizadas e na solidão ou abrir mão delas e estabelecer relacionamentos saudáveis?

3º Estar disponível: Bons amigos ou parceiros afetivos não caem do céu. Estas relações precisam ser cultivadas. Por isso é importante sair do ostracismo e demonstrar desejo de proximidade por meio de atitudes simples.

Se você convive com pessoas que têm dificuldade de relacionamento, saiba que a solução não é forçar o indivíduo a se relacionar, ao contrário, devem-se buscar os reais motivos que conduziram este indivíduo a esta situação de isolamento, portanto cuidado para não invadir o espaço da pessoa ao tentar ajudar. Pode ser que ela não queira a sua ajuda. Se precisar, com certeza pedirá.
Seja lá qual for o motivo que leva o indivíduo a não se expor, só podemos considerar como problemático o comportamento de esquiva que tiver trazendo sofrimento para o indivíduo. Nestes casos, sugiro que busque por apoio terapêutico.



Referências
ABREU, C. N. de. Tipos de apego: Fundamentos, Pesquisa e Implicações Clínicas. São Paulo. Casa do Psicólogo, 2005.

LEVINE, A; HELLER, R.S.F. Apegados: um guia prático para estabelecer relacionamentos românticos e duradouros. Ribeirão preto. Ed. Novo Conceito: 2013.




Texto escrito por 
Maristela Vallim Botari 
Psicóloga - CRP-SP 06/121677
Contato: clinicapsiconversa@gmail.com
___________________________________________________




Caso tenha interesse em participar dos grupos, mande um email com o subject: 
"Atendimento Grupal" para clinicapsiconversa@gmail.com

Comentários

  1. Danilo (danilo_jays@hotmail.com)23 de março de 2010 20:13

    O texto resume imensamente o meu problema, a minha timidez foi resultado de uma adolecência infeliz e solitária. E agora estou tendo dificuldades de arrumar o meu primeiro emprego. E minha família não tem noção disso. Acham que tudo está bom e eu estou sadio ''aparentemente''.

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  2. Nunca se viveu numa época que parecer ser suprime o próprio ser. Tudo se resume na exterioridades, nada mais. Tanto isso é verdade que vemos os enganadores prosperarem e ludibriarem a própria justiça... Ninguém quer saber o motivo pelo qual sou tímido. Esse motivo, inclusive, incomoda aos demais, ninguém quer saber de gente triste ou melancólica. Mulher não gosta de homem sem graça e vice-versa. Todo mundo quer se aproximar de gente positiva, sortuda e rica, na busca de um pouco de um desses três.

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  3. acho q meu caso é diferente, nao q eu tenha dificuldade em me relacionar com as pessoas.. acho q meu grande defeito équerer agradar a todo mundo, e acabo de deparando com situaçoes daas quais nao consigo sair depois... sou grosso sim as vezes, mais nao por mal... falo besteiras por q falo oq penso e sinto...é tao complicado q prefiro nem tentar explicar.. sei q começo aos poucos querer mudar mais é dificil.. acho q preciso realmente de ajuda só nao sei a qm recorrer...

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    1. Rodolfo tbm estou passando por isso, tento agradar a todos ser boazinha e a fama q ganho é que sou fraca...

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    2. Rodolfo, querer agradar a todo mundo é uma das maiores dificuldades de relacionamento, pois quem quer isso é a pessoa que não suporta críticas.

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  4. Tenho 13 anos e tenho uma dificuldade extrema em relacionamentos sociais, sou muito solitário, não gosto de gente que se acha, se mostra, fofoqueira e quer aparecer, tenho um colega assim e rezo para nao acabar com a raça dele, fora meu irmão, que além de mimado d+, gosta de se mostrar superior. Será que nimguém da minha idade tem o mesmo problema que eu? Tem alguem que eu realmente posso confiar, nem no meu próprio irmão? a resposta é: N Ã O! Detalhe: As garotas odeiam garotos assim e eu não acho justo, minha família inteira diz que eu me daria bem com uma garota... Papo furado...

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    1. tenho mesmo problema que você cara, e pois é garotas detestam garotos assim como eu, mi chamaram de antisocial já que todo mundo si relaciona melhor, meus amigos não são tímidos e eles arranjam namoradas si relacionam bem socialmente enquanto que algumas pessoas tem até medo de mim, tenho 13 anos e vim apelar para este site na internet á que com minha própria família não dá pra conversar pois não mi entendem, ninguém mi entende, agradeço a quem teve a atenção de ler até o final acho que algum de vcs mi entendem né??

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    2. Claro, Robson, aqui todos nós nos compreendemos, pois partilhamos a mesma dor.

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  5. me identifiquei muito com o texto,principalmente na questão da timidez.Me sinto muito incomodada com pessoas que se autoprestigiam,populares demais.me sinto minimizada,é como se eu fosse encolhendo,sabe?e me relacionar amorosamente sinto quase como uma barreira intransponível.sei que preciso de ajuda.só não sei onde começar a procurar.

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  6. Li Mais ou Menos os comentarios a cima a acho que tenho um pouquinho de cada um deles... Tenho 19 anos e sofro muiiiito com isso. minha Familia ñ sabe, na faculdade ñ tenho amigos, sempre tem algem me escluindo dos grutos, me ofendendo, sou MUITO TRISTE e acho que preciso de ajuda hurgente so ñ sei como ...
    =( ñ tenho amigos, ñ tenho namorado, efim ja nem sei mais o que fazer..

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    1. Angelica já pensou em procurar ajuda de psicólogo? Eu comecei a ir e está me ajudando muito...às vezes não sabemos como lidar com certas ocasiões e ajuda psicologica ajuda bastante para sabermos lidar com as situações do dia dia...Abraços

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  7. Gostei do texto isso ajuda muitas pessoas a levantarem o astral e seguir a vida mudando.

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  8. eu tambem sou muito timido em casa no serviço
    ja não sei mais onde recorrer tenho muita dificuldade de conversar com mulheres ate mesmo quando estou em lugares publicos que tem muito movimento de pessoas eu começo a tremer a mão e ficar muito ancioso quando alguma mulher olha para min querendo falar comigo eu fica muito timido e começo a gaguejar acho que presiso de ajuda tenho 22 anos meu nome e antonio

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  9. Este comentário foi removido pelo autor.

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  10. eu tenho muita dificuldade em me relacionar em relação somente em :namoro! tenho muitos amigos, sou engraçada e passo uma imagem feliz, ninguém percebe minha dificuldade, tenho 19 anos nunca nem beijei ninguém, por que eu tenho muita dificuldade; não gosto muito de olhar no olho e nem gosto de toques de gestos de amor de nada! as vezes acho q nunca vou arrumar um namorado; tem dia q me acho bonita e mesmo com confiança mesmo assim, consigo fugir de elogios e bloqueio qualquer tentativa de aproximação! se alguém souber o q fazer me ajude por favor!

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    1. Nossa o mais incrível de tudo isso é a variedade de comportamentos existentes, cada ser humano é um universo exclusivo. Um dia li um livro do Augusto Cury e ele falava que se apenas um de nós não existisse o universo já não seria o mesmo, somos peça chave no universo apesar de nossas imperfeições, acredite se quiser, todos nós temos um destino e esse destino é a felicidade, basta confiar em Deus!

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  11. Meu caso é muito complicado pois eu mesmo não me entendo ,resumindo existe um conflito dentro de mim
    na qual não consigo atar novas amizades pois não sou muito de relatar meu cotidiano para qualquer pessoa isto herdei de um socio que tive por dez anos pois era um bipolar entendo que devo mudar
    e o pior é que estas pessoas novas que conheço, se apegam muito a mim e no fundo sinto uma enorme tristesa pois são raras as pessoas em que confio.Gostaria de acreditar nas pessoas atar laços de amizade .pois até no face sinto como peixe fora do aquario não consigo publicar nada pois é como se eu tivesse do outro lado lendo pois para mim quase tudo seria sem sentido .por favor me ajudem!!

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  12. li todo o texto e todos comentários, me identifiquei com quase tudo por aqui pq tbm tenho uma enorme dificuldade em me relacionar. sempre fui tímido, oq sempre atrapalhou muito e agora fico na minha observando as pessoas ao meu redor e percebo muita falcidade e tenho cada vez menos vontade de me relacionar com qualquer um. pra vcs terem noção, hj fui no niver da filha da minha prima e nem pisei do portão pra dentro da casa dela, ja q a festa era na area da frente da casa, nao fui cumprimentar minha tia nem minha prima, fiquei de canto só querendo q tudo acabasse logo (só fui pq tive q levar minha mãe e sobrinhos)... enfim, sei q preciso de ajuda e quem nao sabe como procurar ajuda, é só ir ao psicologo. tbm achei sobre programação neurolinguística(PNL) q tbm ajuda(existem livros sobre o assunto e dizem q ajuda, procure sobre o assunto), só q nao sei se quero ajuda =P
    mas pra quem quer ajuda procure um psicologo ou até msm um psicoterapeuta.
    Boa sorte a todos tímidos e solitários

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  13. Ola, gostei!
    Eu sinto muita dificuldade para me relacionar, pois sou tímida, e minuciosa. Fico preocupada, ansiosa, pensando o que eu vou falar, pensando que tipo de assunto, devo falar,? Nossa me sinto muito mal, muitos me criticam, fala que eu sou sonsa.... me sinto tão mal.

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  14. Sou professora e fico triste ao me deparar com alunos isolados em sala. Ao mesmo tempo que noto que são arredios, tímidos, introvertidos, os seus colegas não se interessam em entrosá-los, relacionando-se com os mesmos. Sempre dou um jeito de favorecer a integração desses jovens, de modo que possam se sentir parte de um grupo. Infelizmente, vejo aqui que há um grande número de jovens com dificuldades de se relacionar socialmente, mais por timidez que por arrogância. Eles gritam por ajuda, mas parece que nós não nos importamos com o sofrimento que essa isolamento tem provocado nos mesmos. Já que se trata de um blog sobre psicologia/psiquiatria, eu pergunto: o que se pode fazer para integrar socialmente essas pessoas?

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    1. Olá Luíra. parabéns por se preocupar com seus alunos. Bem, o isolamento em sala de aula é algo realmente preocupante. Gostaria de conversar mais detidamente com você, pois recentemente fiz alguns trabalhos neste sentido. se houver interesse, por favor me mande um email: mvbotari@gmail.com. Abraços

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  15. Me identifiquei muito com o texto e principalmente com os comentários.Realmente é bastante complicado, pois poucos conseguem nos entender, por isso prefiro me isolar contra a própria vontade, pois lá no fundo sinto falta de relacionamentos.No meu caso, tenho até uma dificuldade pra cativar os amigos, logo que os conheço, começam a chamar pra sair e começo a me sentir inferior às pessoas do meio deles.Uma cobrança extrema de mim mesmo para encontrar assuntos e no fundo, um medo de de outras pessoas, muito complicado.Por isso ás vezes acabo perdendo a oportunidade de construir laços.

    Sinto falta de pessoas que consigam entender o que estou sentindo.Quem quiser add no face, é o mesmo nome do google mais, pois, talvez conversando com quem passa pela mesma dificuldade, encontremos meios de sair dessa.

    Abçs

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  16. Me sinto do mesmo jeito que vcs. Tenho dezessete anos e não tenho amigos, namorado e ninguém me entende. Não tenho ninguém pra conversar e me sinto muito sozinha, mesmo rodeada de pessoas. Preciso de ajuda :'(

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  17. Olá leitores. Pelo visto o tema rendeu. Estou pensando em publicar um livro sobre o assunto, o que vcs acham?

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    1. Por favor, seria muito interessante que a temática tivesse mais enfase social, estou aguardando a publicação.

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  18. Todos os problemas aqui citados, fazem parte do meu problema, ou seja, também sofro da ´´maldita timidez´´...até para digitar as palavras, tive medo de não ser aceito rs. Hoje com 30 anos, melhorei um pouco, acredito que a tendência é melhorar com o passar do tempo. Então, como todos puderam perceber neste post, o problema é nossa própria mente, daí pergunto: como lidar com a nossa própria mente para sermos mais desenvolto, aceito, ter mais amigos, saber expor nossas opiniões em conversas, dançar, iniciar uma conversa, dar risada, ser engraçado?

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  19. Criei um grupo no Facebook Chamado

    "por uma vida social de qualidade"


    https://www.facebook.com/groups/194625690729930/

    Estão todos convidados.

    beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eis o link correto do grupo

      https://www.facebook.com/groups/194625690729930/

      O nome foi alterado: chama-se: "Aprimorando as Habilidades sociais"

      Excluir
  20. Com 21 anos ainda tenho uma imensa dificuldade de me relacionar no meio social. E quando tento sair para ver se me solto um pouco, acaba sendo sempre uma catástrofe. Eu nunca consigo dizer um "a". Quando alguém me pergunta algo, no geral, as respostas são bem diretas, um balançar da cabeça ou um sorriso forçado . Não consigo dar aberturas, não consigo me expressar. E pra falar bem a verdade, não sei se quero mudar, gosto de ficar na minha.

    ResponderExcluir
  21. Eis o link correto do grupo

    https://www.facebook.com/groups/194625690729930/.

    O nome foi alterado: chama-se: "Aprimorando as Habilidades sociais"

    ResponderExcluir
  22. Tenho 22 anos e nos últimos 7 ou 6 anos tenho gradativamente perdendo minha habilidade em socializar. Sempre fui uma criança tímida, um tímido normal, sentia vergonha em cumprimentar adultos, mas minha interação com as outras crianças se tornava íntima depois de algumas horas de convivência, apesar de inicialmente me sentir retraído. Quando mudei de escola para cursar o ensino médio também não senti grande dificuldade em socializar, como tímido, demorei uns 3 ou 4 meses para consolidar duas amizades na sala, e assim fazer parte de um grupo. Conclui o ensino médio com 5 ou 6 amigos, numa sala de aproximadamente 25-30 alunos. Nessa época também senti a extrema dificuldade em interagir com as meninas, principalmente aquelas que tinham interesse por mim, razão pelo qual tive poucas experiências amorosas na época, pois nunca conseguia chegar em uma garota. Eu até tinha coragem em ir lá e falar, mas o problema é que eu não sabia falar. Depois veio a faculdade, na qual terminei sem fazer um único amigo, tinha duas pessoas com que eu conversava na sala, mas quase sempre era sobre assuntos da faculdade ou de atualidades. Passei os 4 anos com muita pouca interação com as meninas, e nunca toquei em uma, muito menos sair. As pessoas me chamavam para ir nos lugares, mas eu sabia que dentro da sala eu não conhecia manter uma boa conversação, num ambiente mais descontraído com muitas pessoas disputando pela atenção seria um desastre total, no próximo dia eu seria o estranho que foi para o Bar e ficou de bico fechado. Logo, me encontrei naquela situação degradante de ser o único do grupo a não ser convidado para nada, iria dizer não, mas eu queria me socializar se soubesse como. Recentemente fiz um estágio de 4 meses, no qual passei os 4 meses me mantendo - naturalmente - longe das outras pessoas, isso chamou a atenção para mim, e frequentemente era alvo das conversas. Minha supervisora até aconselhou que eu tivesse sessões de terapia, e os colegas faziam perguntas para tentar me entender. Eu sempre respondia de maneira vazia, pois eu também não sabia, se soubesse lutaria para mudar. O estágio passou e mal lembram dos rostos daqueles que trabalharam comigo por 4 meses, isso me deixa triste. Agora me encontro numa situação pior, tenho dificuldade em me relacionar e não consigo emprego, pois meu comportamento anti-social é nítido em minha expressão e fala. Não tenho amigo algum, nunca sai para ir em um show ou balada ou barzinho, e frequentemente passo dias dentro do meu quarto só saindo para urinar ou comer. Estou em estado vegetativo e preciso muito de ajuda, mas tenho medo de parecer fraco e doente. Gostaria de conseguir um emprego logo para que pudesse pagar um psiquiatra ou psicologo por conta sem meus familiares saberem. Também tenho dislalia, falo com muita força e erros algumas palavras, acho que isso também contribuiu para a minha relutância inconsciente em me comunicar. Porém não consigo conversar nem pela internet, quando imagino uma outra pessoa tentando se comunicar comigo meu cérebro congela. Minha vida é uma droga, não aguento mais ser anormal.

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    1. Iceman, eu sei muito bem o que vc esta passando. Pensei que fosse o unico que tivesse esse problema. Eu estou por coincidencia com 22 anos e minha vida e muito parecida com a sua. Estou terminando a faculdade, que para algumas pessoas e a melhor epoca da vida, e para mim esta sendo uma tortura. Sem amigos, sem namorada, sem nada. Apenas com um vazio por dentro que so aumenta cada vez mais.
      Eu so queria te agradecer, por vc ter a coragem que eu n tive de se expor,mesmo que pela internet em um blog, o seu problema. Obrigado por me fazer perceber que n sou o unico que tem esse fardo nas costas. Te desejo tudo de bom cara e obrigado mais uma vez.

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  23. Meu caso é um pouco diferente. Eu não sou tímida, até consigo fazer amizades. Mas tenho uma dificuldade gigantesca de MANTER relacionamento.

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  24. Meu caso é um pouco diferente. Eu não sou tímida, até consigo fazer amizades. Mas tenho uma dificuldade gigantesca de MANTER relacionamento.
    Desde pequena sofro muito com autoestima, sentimento de inferioridade, sem contar o fato de que sempre me espelhei nos meus pais, e abdiquei de muitos gostos meus para fazer tudo por eles e agradá-los.
    Hoje moro com meu namorado, com o qual estou há 4 anos. Sinto que depois q comecei a namorar a situação piorou. Não tenho mais amigos, se saio, é só com ele e com os amigos dele. Na faculdade não consegui fazer amizades, por não conseguir suportar futilidade, falsidade. fico enojada com tudo isso. para mim é insuportável ficar ouvindo bajulações e auto puxa saco.
    Quando consigo conhecer uma pessoa nova..No começo tudo é gostoso, mas as coisas vão ficando massantes e ai já não tenho nem mais vontade de sair de casa.

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  25. Li quase todos os comentarios me identifiquei com quase todos ,pois eu nao tenho facilidade de me comunicar com pessoas estranhas,quando por ventura vou em uma festa minha vontade e de me isolar pois para mim todos estao falando a meu respeito ,no meu trabalho tem 4 meses que estou la e so tenho dois amigos so pq eles trbalham no meu setor tem quatro meses que mudei de cidade e ainda nao tenho nemhuma "amiga" e minha vontade e so de me isolar cada vez mais .apelei a internet pois ninguem compreende a minha situaçao .por favor me ajudem a deixar a timides.

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  26. engraçado tenho mesmo problema que seu flayer, não tenho amiga faz 3 anos que meu namorado morrei depois da morte dele não conseguir ter outro relacionamento, cada vez mais tenho vontade de me isolar é uma tristeza tão grande que não como sair dessa. sou muito tímida isso complica ainda mais.

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  27. Gostei do texto e devo confessar que me ajudou na elaboração de um trabalho meu na disciplina de intervenção psicologica...

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  28. Agradou muito o texto em evidencia, gostaria que me indicasse livros que falem sobre a afetividade entre as pessoas, sejam elas amigos, colegas, conhecidos, companheiro, amores e outros. tem como objetivo repassar a diferença e suas confiabilidade, respeito, valores e outras situações importantes para com outrem. independendo de ser rico, pobre, cor, religião e outros. esta faltando no mundo de hoje o que era como nossos familiares ou vizinho...... aguardo (maurosefin@hotmail.com)

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Pessoas sonhadoras tendem a ter muita inspiração, criatividade sensibilidade acima da média. Imaginam um mundo cor-de-rosa onde as coisas obedeçam padrões de bondade, beleza, riqueza impossíveis. De modo geral estas pessoas não percebem com clareza que estão idealizando um mundo utópico, o que desemboca em incessantes decepções. Romantismo Tais pessoas tendem a romantizar todas as áreas da vida, desde as atividades de lazer, os relacionamentos afetivos, até  mesmo o trabalho.  A romantização, por si só não é nociva, ao contrário, é o tempero das nossas atividades. Porém o romantismo em excesso tende a cansar as pessoas em volta, pois de forma inconsciente, o indivíduo romântico faz cobranças,  muitas vezes exigindo que os outros sejam da mesma forma que ele. Desta forma, você  se decepciona, uma vez que as pessoas não correspondem ao seu ideal de mundo romântico, oque pode levar ao autoengano constante,    amores platônicos e outras situações constrangedoras e/ou

amores pesados

Reações afetivas deveriam ser leves e gratificantes, servindo para promover o bem estar daqueles que a vivenciam.  Deveriam ser compensadoras, ajudando os indivíduos a lidarem melhores com seus conflitos do cotidiano.  Deveriam servir para que nos tornássemos pessoas melhores em todos os sentidos. Deveriam servir para que aprendêssemos a amar e confiar. Mas não é o que se observa: atualmente tenho acompanhado alguns casos, onde as relações afetivas assumiram uma grande proporção problemática na vida, tonando-se abusivas ou relações de controle, poder ou submissão. Por exemplo, quando alguém abre mão de sua liberdade de escolha para satisfazer a outra parte, que por sua vez faz inúmeras chantagens emocionais, estamos diante de uma relação abusiva. Os amores pesados são aqueles em que uma das partes tem de sofrer para que a outra parte fique momentaneamente feliz. Não há acordo possível, e sim, muita chantagem, choro, drama e pouca consideração pelo ponto de vista  alhe

Discutir a relação é útil?

" A linguagem é fonte de mal-entendidos" (Saint-Exupèry) Alguns relacionamentos afetivos começam quando os pares encontram pontos de afinidade entre si:  As pessoas se conhecem e tendem a se analisar mutuamente, a fim de observar os pontos que existem em comum, para que possam estabelecer conexões. E geralmente encontram muitos conectores: as ideias são parecidas, os gostos, o padrão de vida, etc. Mas por algum motivo, o relacionamento (que começou bem promissor) começa a sofrer alguns arranhões, que podem se tornar feridas, úlceras, metástases e ir a óbito. Um destes motivos é a falta de comunicação assertiva: a maioria das pessoas tem dificuldade em expressar sentimentos, emoções e aborrecimentos, e deixam acumular muitas queixas. Mas quando resolver falar, soltam tudo aquilo que ficou reprimido. As discussões entre casais raramente são produtivas, ao contrário, tendem a destruir a comunicação e o respeito, pois no calor do momento, muitas acusaçõ

psicologa que atende amil em sp

Psicóloga convênio Bradesco, amil, sulamérca, notredame, omint, reembolso, psicologa online Conheça meu trabalho Psicoterapia é um investimento emocional, ao qual você tem direito garantido por lei. Atendimento a Pacientes de Convênio Bradesco, Amil, Sulamérica O atendimento Psicoterápico de clientes de Convênios é feito por  Reembolso.  É direito do segurado realizar até   40 sessões de terapia por ano.   C ada seguradora tem um procedimento diferente, mas todas reembolsam  em até 20 dias.    O que é reembolso É a restituição financeira ao segurado, das despesas médicas e hospitalares, garantida pela  LEI   da LIVRE ESCOLHA   (Agência Nacional de Saúde- ANS - Resolução 338   ) e está prevista n o  ROL DE PROCEDIMENTOSE EVENTOS EM SAÚDE 2016,  RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 387, DE 28 DE OUTUBRO DE2015 . Agendamento de 1ª consulta psicológica grátis: (11) 9-9984-9910. Email:  Psicologamaris@gmail.com ou se prefer

Traição

Em sentido strito, Traição significa uma ruptura de compromissos, que pode se dar em vários níveis: afetivos, profissionais, familiares, etc. Neste tópico, vou tratar sobre a traição relacionada aos relacionamentos afetivos, que aflige muitas pessoas. Imaginemos um relacionamento que está indo "de vento em popa". O parceiro ( ou a parceira) é afável, pontual, carinhoso, envolvente, etc.. Mas um dia, eis que que você se depara com uma cena nada agradável: Realmente, é desesperador. É como se o mundo parasse ou (no relato de algumas pessoas) como se "o chão se abrisse". Diante desta cena inesperada (ou equivalentes) o sentimento mais comum é a raiva. Algumas pessoas podem ter vontade de tomar uma atitude na hora, outras preferem não acreditar (negação). Nenhuma das duas atitudes é recomendável, uma vez que a raiva pode levar os indivíduos a cometerem atos graves, que poderão lhes colocar em situações comprometedoras. A negação, por sua vez tende a camuflar

Amor e Frustração

Amor e culpa, psicologia, frustração e conflito O amor é um conjunto de sentimentos bons que não tem definição, nem formas de mensurar. A Frustração é o sentimento que indica a falta de alguma gratificação, seja de ordem material ou afetiva. Cada um ama e responde às manifestações de amor de forma distinta. E cada um manifesta sua frustração de forma singular. Como a criança pequena, queremos o ente amado sempre ao nosso lado, pois de certa forma existe uma parte de nós que jamais ultrapassa o berço. queremos demonstrações de afeto, afagos, carinhos, risadas, atenção.... mas nem sempre isto é possível.... As vezes, as demonstrações de afeto são feitas de formas equivocadas, o que desestabiliza uma relação. O sentimento mais comum neste momento tende a ser a raiva. Isto faz com que o que "era doce fique amargo", alterando o contexto afetivo. E neste ponto a frustração se transformou em raiva... e as vezes em ódio. Quando isto ocorre, exist

psicologa Allianz

www.psicoterapia-sp.com.br Maris V. Botari ( Curriculo ) Psicóloga Clínica CRP-SP - 06/121677  (11) 99984-9910  Consultório  Rua Domingos de Morais, 770  - Bl 01 sl 05 Vila Mariana - São Paulo -  SP psicologamaris@gmail.com O consultório de psicologia funciona às segundas a sexta, das 7:00 as 23:00 e aos sábados das 7:00 as 20:00   Atendimento:  terapia crianças, adultos, idosos, casais e grupos, ajuda emocional, orientações e aconselhamentos.  Primeira consulta  grátis Convênios   O atendimento a clientes Allianz é feito por meio de reembolso. O atendimento a clientes conveniados é feito por Reembolso que é garantido pela LEI  da LIVRE ESCOLHA   (Agência Nacional de Saúde- ANS -   Resolução 338   ). É direito do segurado realizar até 40 sessões de terapia por ano. O que é reembolso? É a restituição financeira ao segurado, das despesas médicas e hospitalares, por ele custeadas em atendimento particular,  Quanto tempo demora? Em média 20 dias.  Se a seguradora não cumprir o prazo,  o co

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Pessoas que amam demais

Pessoas que amam demais Dizem os poetas que o amor é algo sublime, difícil de ser explicado. A neurociência afirma que é um conjunto de manifestações químicas que provoca bem estar no organismo, favorecendo a saúde física e o bem estar emocional. Freud diria que é pulsão de vida, ou seja é a canalização da libido em um objeto. Mas para algumas pessoas é fonte incessante de sofrimento e angústia. O que há de errado? A priori, não há nada errado em amar, mas sim em amar demais! O que é amar demais? É se entregar a uma relação afetiva, onde a outra parte não corresponde na mesma proporção, as vezes fazendo exigências abusivas, levando ao desgaste e ao adoecimento. As pessoas que amam demais são aquelas que não medem esforços para agradar seu parceiro afetivo, vivendo as vezes em regime de "escravidão afetiva", vivenciando relações de dependência em relação ao seu parceiro afetivo. Algumas pessoas não percebem que estão vivenciando uma relação de

Quando a paixão começa - sintomas da paixão

As vezes, basta um olhar, uma troca de palavras, um toque, um gesto... e os "corações" pegam fogo. A palavra "coração" foi colocada entre aspas propositalmente, pois a paixão não começa no coração, e sim, no cérebro, pois os sintomas clássicos da paixão (taquicardia, respiração curta, dilatação da pupila, etc) são resultantes de combinações químicas que ocorrem em algumas regiões do cérebro. Quando um "certo alguém" cruza teu caminho,  os centros da recompensa do cérebro intensificam a produção de dopamina, substância responsável pelo bem estar emocional, favorecendo os comportamentos de aproximação. Nesta fase é comum que as pessoas façam mudanças sutis ou radicais na aparência, mudem alguns hábitos ou mesmo que fiquem mais distraídas.  O efeito da dopamina no cérebro é o mesmo da cocaína: provoca bem estar e quando não está disponível, provoca crise de abstinência, por isso que o contato com a pessoa amada produz sensação de bem estar.   A pro

Como lidar com a rejeição.

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08 fatores que dificultam um relacionamento

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Você sabe dar e receber amor?

Você sabe dar e receber amor? Poucos responderão SIM a esta pergunta.  Uma relação afetiva (de qualquer natureza) é construída com base na troca de alguns sentimentos\comportamentos\atitudes  (capital afetivo). Para que possamos viver uma relação equilibrada é preciso que apliquemos nosso capital afetivo na relação e recebamos o mesmo tanto.  Imagine que o capital afetivo fosse composto por moedas: 💖O respeito,  💖a admiração,  💖a confiança, 💖a empatia,  💖o acolhimento, 💖o comprometimento.  Não seria muito justo investir muitas moedas e receber poucas, concorda? Por isso, sempre que entrar em algum relacionamento, tente verificar se você está dando e recebendo o mesmo tanto de capital afetivo, pois o déficit de moedas afetivas faz desequilibrar a balança e levar o relacionamento à falência. Referências Eva Illouz. O Amor nos tempos do capitalismo.  Ed. Zahar. | Psicologa Bradesco| Psicologa Amil| Psicologa NotreDame| P

É impossível ser feliz sozinho?

Somos orientados, desde a infância, a buscar o sucesso no trabalho e na vida afetiva, de modo que, a solidão virou um tabu em nossa sociedade. Nossa cultura está repleta de elementos "românticos", induzido os indivíduos a buscar uma parceria afetiva, como sinônimo de felicidade. No cinema e na literatura, são raros os casos em que os protagonistas não têm uma parceria. As músicas, geralmente falam de relacionamentos, ou de sentimentos oriundos de relações fracassadas ou felizes. Poucos ousam questionar estes modelos porque os que optam por não compartilhar suas vidas são duramente criticadas.  Tenho notado o surgimento de uma nova classe de pessoas, que optaram (sim, optaram, escolheram conscientemente) viverem sozinhas. Os neo-solteiros são pessoas lindas, inteligentes, sagazes,  muito bem resolvidas, em todas as áreas da vida. Inclusive sexualmente. Viver sozinho não implica em viver isoladamente , dentro de uma bolha (embora algumas pesso

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Devemos nos importar com o que pensam a nosso respeito?  Faz parte da nossa condição a aquisição de repertórios comportamentais singulares, ou seja, cada um de nós adquire, ao longo do ciclo vital, desejos, necessidades, vontades, sentimentos e pensamentos próprios, que são modelados de acordo com as demandas do cotidiano. É a partir da aquisição deste conjunto de pensamentos e comportamentos, que nos instrumentalizamos para enfrentar as vicissitudes da vida, bem como vivenciar os bons momentos. Porém, alguns indivíduos sofrem rejeição por pensar e/ou agir diferente das pessoas com quem convivem. Infelizmente, nem todos conseguem ser aceitos por sua singularidade. Quando alguém se comporta diferente do esperado para seu meio social (e isso inclui família, colegas de trabalho ou escola, correligionários e parceiros afetivos) tende a ser rejeitado, ou rotulado como "do contra". Dificilmente contam com a compreensão da maioria, o que pode levar a um sentime

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