Vamos falar sobre sexualidade?

Quando falamos sobre relacionamentos afetivos, não podemos deixar de falar sobre sexualidade, que é um ingrediente importante em qualquer relação. O tema é tão importante que é destacado na mídia, porém, nem sempre com o respeito que merece.

Sexualidade pode ser definida como a relação que o indivíduo tem com o próprio corpo e a forma como se relaciona com o corpo do outro, incluindo emoções eliciadas durante este contato.

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Apesar da enorme exposição do tema nas mídias e nas redes sociais, percebe-se que poucas vezes o assunto é abordado com a seriedade que merece. Infelizmente, existe uma tendência a banalizar a sexualidade humana, reduzindo-a a genitalidade.


Para Freud (apud Bertozzi, 1993),  a libido do ego é canalizada para um objeto (de desejo),  e toda a energia do ego será empenhada na busca pelo prazer.

No entanto, observa-se que a busca pelo prazer (a qualquer custo), em alguns casos, supera a necessidade de estabelecer vínculos afetivos, levando alguns indivíduos a se relacionarem de forma estritamente genital, negando-se a estabelecer qualquer tipo de vínculo de apego. Uma  hipótese a ser considerada neste caso é o medo do envolvimento afetivo, uma vez que este envolvimento pode levar ao medo da perda e da solidão. Neste caso, reduzir o prazer ao ato sexual seria uma forma de obter prazer momentâneo.

Quando esta busca por prazer imediato torna-se uma compulsão é necessário buscar ajuda psicoterápica, uma vez que pode mascarar prejuízos em outras áreas da vida.

Ausência de prazer
Em outro extremos, algumas pessoas tem relações afetivas bastante sólidas, com parceiros fixos, mas não conseguem sentir prazer. Segundo elas "ha um bloqueio" da relação. Isto é caracterizado pela ausência de relações sexuais, ou pela vergonha, medo, etc. Os indivíduos com esta dificuldade tendem a usar desculpas racionais para justificar a ausência de libido: enfermidades, cansaço, ou ocupação urgente. a afetividade pelo parceiro pode até ser genuína, mas não é suficiente para renovar a libido. Em alguns casos, a energia sexual não se renova nem mesmo quando há troca de parceiros sexuais.

Um dos motivos que podemos apontar para esta ausência de libido está relacionada ao fato de vivermos em uma sociedade castradora pro natureza, onde toda muitas formas de prazer são vistas como imoral. Muitos indivíduos aprenderam que os órgãos genitais são "coisas" sujas e não conseguem se libertar disso na idade adulta.

Outro ponto a ser considerado é que a busca pelo corpo perfeito também atrapalha bastante a sexualidade, uma vez que alguns indivíduos consideram que a sexualidade perfeita estaria diretamente relacionada ao corpo perfeito, como a mídia apregoa direta ou indiretamente. Isto leva aqueles que estão "fora dos padrões midiáticos" a terem vergonha do próprio corpo.

Na mesma linha de pensamento, podemos pensar que o mesmo aparelho midiático que impõe os padrões de "corpo perfeito" também inventam padrões de "sexo perfeito: basta dar um giro pelas bancas de jornais e internet, para se deparar com muitas publicações que "ensinam" a ter bons orgasmos. Isto leva o indivíduo a questionar sua forma de vivenciar a sexualidade.


Qualidade de vida sexual

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Sexualidade é vida! Exceto nos casos em que os indivíduos escolheram se abster desta prática, ou nos casos onde há limitações físicas ou orgânicas, a sexualidade poderia ser vivenciada de forma mais natural, sem muitos tabus ou ideação paranoide. A entrega ao ato sexual deveria obedecer tão somente aos princípios  de cada um, respeitando os princípios do parceiro.

Se a culpa, o medo ou o remorso estiverem atrapalhando a sexualidade, sugiro que procure ajuda psicoterápica, com ênfase em terapia corporal, para que o indivíduo conheça o próprio corpo, as zonas erógenas, e as formas de obter prazer (sozinho ou acompanhado).









Referências:


BEARZOTI, Paulo. Sexualidade: um conceito psicanalítico Freudiano. disponível em http://www.scielo.br/pdf/anp/v52n1/24.pdf  

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