Quando a Paixão vira doença: O Amor Patológico
Conteúdo informativo desenvolvido pela Psicóloga SP Maristela Vallim Botari CRP-SP 06-121677sem a finalidade de substituir a consulta psicológica, nem esgotar o tema. Trata-se apenas de um convite à reflexão.
A paixão intensa costuma ser vista como prova de amor verdadeiro — mas nem toda intensidade emocional é saudável. Em alguns casos, o que começa como encantamento pode evoluir para um padrão de dependência emocional, sofrimento e perda de autonomia. Na psicologia, esse quadro é conhecido como amor patológico ou paixão obsessiva.
Este sentimento desmedido, pode, em certos casos, transbordar para um território reconhecido como desordem psicológica. Isso é conhecido como "amor patológico" ou "paixão obsessiva", onde a intensidade dos sentimentos e a carência afetiva tornam-se prejudiciais à saúde mental.
O amor patológico ocorre quando o relacionamento passa a dominar o pensamento, o comportamento e o equilíbrio emocional da pessoa.
Pode incluir: medo excessivo de abandono, necessidade constante de validação, ciúme desproporcional e dificuldade de impor limites. Em vez de promover bem-estar, o vínculo pode gerar ansiedade, insegurança e desgaste psicológico.
Diferente de um amor saudável, que preserva a individualidade, a paixão obsessiva tende a produzir relacionamentos tóxicos, tolerância a situações prejudiciais e uma sensação de que não é possível viver sem o outro. s.
Escrito por: Psicóloga Maristela Vallim Botari CRP/SP 06/121677
Critérios de Identificação:
Referências
SOPHIA, Emanuela C.; TAVARES, Hermano; ZILBERMAN, Monica L. Amor patológico: um novo transtorno psiquiátrico? Revista Brasileira de Psiquiatria, São Paulo, v. 29, n. 1, p. 55–62, 2007.
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