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Mostrando postagens de Abril, 2017

A dificuldade nos relacionamentos Afetivos

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Você se considera uma pessoa especial?

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Você se considera uma pessoa especial?   (Envie este texto para todas as pessoas especiais que você conhecer). Ok! você é inteligente, bonito(a), afetuoso(a), etc. Possui diversas características admiráveis. E imagina que por causa disso, seja querido (a), por todos.  Só que não.....nem sempre é assim. O simples fato de você ter qualidades não o(a) torna alguém tão especial assim. Algumas pessoas podem admirar suas qualidades, mas certamente, conhecem outras pessoas com qualidades equivalentes, o que o(a) torna menos especial. Mesmo que você tenha boas qualidades, é importante manter a humildade e respeitar os limites de aceitação dos outros. Algumas pessoas realmente não sabem apreciar boas qualidades; outras simplesmente acham que exibi-las é apenas uma forma de você se evidenciar.   Por isso, é importante manter o senso crítico sempre ligado, para evitar passar dos limites e abusar das pessoas a seu redor. Não tente ser especial. Seja apenas uma pesso

Amor = Paixão + intimidade + comprometimento

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Este tópico tem por finalidade sintetizar  de forma aproximada, o que se entende por amor, porém sem a pretensão de esgotar o assunto que é extenso e contraditório. Amor: sentimento ou emoção? Pesquisas recentes (Fredrickson, 2013) apontam que o amor é considerado como uma emoção. Da mesma forma que o medo e a raiva, e não é possível senti-lo o tempo todo, ficando sujeito às modificações do contexto. Para a pesquisadora Barbara Fredrickson, o amor não é duradouro e sim um micromomento de conexão com outras pessoas.  As evidências sugerem que quando você realmente tem um ‘clique’ com alguém, uma sincronia momentânea, mas discernível, emerge entre os dois, conforme os gestos, a bioquímica e as descargas neurais, se espelhando um no outro em um padrão que denomino ressonância de positividade. (Fredrickson, apud Araia, 2014). Graças a ação de substâncias como a noradrenalina, que favorece a criação de memórias, é possível estender esta sensação de bem estar

Devemos nos importar com o que pensam a nosso respeito?

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Devemos nos importar com o que pensam a nosso respeito?  Faz parte da nossa condição a aquisição de repertórios comportamentais singulares, ou seja, cada um de nós adquire, ao longo do ciclo vital, desejos, necessidades, vontades, sentimentos e pensamentos próprios, que são modelados de acordo com as demandas do cotidiano. É a partir da aquisição deste conjunto de pensamentos e comportamentos, que nos instrumentalizamos para enfrentar as vicissitudes da vida, bem como vivenciar os bons momentos. Porém, alguns indivíduos sofrem rejeição por pensar e/ou agir diferente das pessoas com quem convivem. Infelizmente, nem todos conseguem ser aceitos por sua singularidade. Quando alguém se comporta diferente do esperado para seu meio social (e isso inclui família, colegas de trabalho ou escola, correligionários e parceiros afetivos) tende a ser rejeitado, ou rotulado como "do contra". Dificilmente contam com a compreensão da maioria, o que pode levar a um sentime

Como lidar com a rejeição.

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O QUE FAZER SE " Ele não está tão a fim de você " COMO LIDAR COM A REJEIÇÃO Nem sempre a perda de interesse afetivo em alguém é sinalizada de forma inequívoca, diferente da forma como agem as pessoas apaixonadas.  As vezes, o desinteressado emite alguns comportamentos ambíguos que tendem confundir a outra parte, gerando falsas esperanças. Dentre eles podemos elencar: 1) Comportamento de fuga/esquiva; Não atender as ligações; mudar de calçada, pegar outro elevador, mudar o local e horário do cafezinho para não encontrar aquele que está rejeitando. 2) Passa a te tratar (na melhor das hipóteses) como um amigo (ou uma amiga), com alguma cordialidade, mas sem o afeto de antes; Quando for impossível se esquivar de alguém, a cordialidade pode servir para sinalizar ao outro que o status da relação está mudando, indicando que, embora não haja mais interesse afetivo, outras formas de relacionamento ainda são possíveis. 3) Deixa a intimidade afrouxar, ou sej

A necessidade de agradar

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A Necessidade de agradar (Reeditado em 18/12/2013) “Para se fazer grandes coisas não se deve estar acima dos homens, mas junto deles.”  Montesquieu Não se traia Na psicologia comportamental existe um conceito chamado Reforço Positivo, que implica nos ganhos que os indivíduos têm a partir de determinados comportamentos emitidos. Isso posto, colocamos a seguinte questão: Por que algumas pessoas sentem-se na obrigação de agradar? E por que nos importamos com o que elas pensam a n osso respeito? Essa necessidade absurda de aceitação faz de nós verdadeiras marionetes nas garras da sociedade, isso sem contar que é humanamente possível agradar todo mundo. Antes de tentar agradar as pessoas devemos pensar em nós mesmos, e nas nossas reais necessidades de afeto. Será que precisamos sempre da aprovação da sociedade? Será que as pessoas estão se importando tanto assim com a nossa conduta? Será que ao tentar agradar alguém não estamos ferindo ou