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Mostrando postagens de Abril, 2018

O Medo de amar

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O Medo de amar. Se o ato de amar é algo tão prazeroso, e almejado por muitos, porque algumas pessoas sentem tanto medo? A resposta não é linear e envolve várias variáveis. Uma delas seria o medo de ser feliz. Algumas pessoas não foram "educadas para a felicidade", (não aprenderam a amar) e acreditam que a vida é um calvário de luta, dor e sofrimento.  Deste modo rejeitam a ideia de amar, pois o amor (supostamente) traria felicidade e ser feliz não está nos planos de quem decidiu ser infeliz!! (Uma pena que algumas pessoas pensem assim) O segundo motivo seria o medo de sofrer. Quem ama exige correspondência. Para algumas correntes da psicologia, o amor é a troca de gratificações, que reforçam o comportamento de vinculação.  O medo consiste em assumir que (talvez) não haja troca afetiva suficiente, ou melhor, de amar sem ser aos correspondido.  Ou pior ainda, o medo de que o amor do outro não seja suficiente e que um dia acabe! E desta for

Cuide do seu amor

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Cuide do seu amor Dizem que se conselhos fossem bons, não seriam gratuitos. Porém, vou arriscar e deixar aqui um conselho para todos aqueles que vivenciam um relacionamento afetivo, mas não têm a menor ideia de como agir para que a  relação seja promissora : CUIDE DE SEU AMOR. No atual momento sócio-histórico, onde as dificuldades permeiam todos os âmbitos da vida cotidiana, é natural que os indivíduos busquem nos relacionamentos afetivos um porto seguro, onde possam se ancorar durantes as tempestades.  As pessoas estão cada vez mais inseguras, pois não existem certezas absolutas. Neste cenário, a busca pelos relacionamentos afetivos também pode ser entendida como a busca por acolhimento e segurança. Se você está em um relacionamento, cuide de seu amor: mostre a ele que é seguro estar ao seu lado. Como? Bem, creio que não existem fórmulas prontas, por isso vou deixar algumas sugestões, ok? Preste atenção ao que o outro fala, para que a comunicação possa ter continu

Dificuldade em demonstrar amor

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Não confunda a demonstração do amor, com o amor, propriamente dito. São coisas distintas. Nem sempre onde há demonstração, há afeto. E a premissa contrária é verdadeira. Demonstração de afeto não é (e nunca foi) prova de amor. Existem pessoas que conseguem expressar aquilo que sentem por meio de outros comportamentos, como por exemplo, a busca pela proximidade, a relação de cuidado e preocupação, etc. No entanto, algumas não conseguem demonstrar de forma alguma. Por mais que alguém tente mobilizá-lo, não conseguem sair da "bolha da indiferença". A questão que se levanta é: Porque estas pessoas não demonstram o que sentem? A resposta para esta questão é bastante ampla e praticamente inconclusiva. Mas vale o exercício de reflexão. 1 - Ausência de sentimento Em muitos casos, o indivíduo não demonstra porque realmente não sente afeto passional pelo parceiro, mas consegue demonstrar carinho com atitudes educadas. Nestes casos, o "Bom dia"

Sintomas da Paixão

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Sintomas da Paixão  As vezes, basta um olhar, uma troca de palavras, um toque, um gesto... e os "corações" pegam fogo. A palavra "coração" foi colocada entre aspas propositalmente, pois a paixão não começa no coração, e sim, no cérebro, pois os sintomas clássicos da paixão (taquicardia, respiração curta, dilatação da pupila, etc) são resultantes de combinações químicas que ocorrem em algumas regiões do cérebro. Quando um "certo alguém" cruza teu caminho,  os centros da recompensa do cérebro intensificam a produção de dopamina, substância responsável pelo bem estar emocional, favorecendo os comportamentos de aproximação. Nesta fase é comum que as pessoas façam mudanças sutis ou radicais na aparência, mudem alguns hábitos ou mesmo que fiquem mais distraídas.  O efeito da  dopamina  no cérebro é o mesmo da cocaína: provoca bem estar e quando não está disponível, provoca crise de abstinência, por isso que o contato com a pessoa amada produz sen

Quando a paixão começa - sintomas da paixão

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As vezes, basta um olhar, uma troca de palavras, um toque, um gesto... e os "corações" pegam fogo. A palavra "coração" foi colocada entre aspas propositalmente, pois a paixão não começa no coração, e sim, no cérebro, pois os sintomas clássicos da paixão (taquicardia, respiração curta, dilatação da pupila, etc) são resultantes de combinações químicas que ocorrem em algumas regiões do cérebro. Quando um "certo alguém" cruza teu caminho,  os centros da recompensa do cérebro intensificam a produção de dopamina, substância responsável pelo bem estar emocional, favorecendo os comportamentos de aproximação. Nesta fase é comum que as pessoas façam mudanças sutis ou radicais na aparência, mudem alguns hábitos ou mesmo que fiquem mais distraídas.  O efeito da dopamina no cérebro é o mesmo da cocaína: provoca bem estar e quando não está disponível, provoca crise de abstinência, por isso que o contato com a pessoa amada produz sensação de bem estar.   A pro

A dificuldade de relacionamento

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Por que algumas pessoas apresentam mais dificuldade em se relacionar que as outras?  O tema não é fácil e abre diversas possibilidades de entendimento. A proposta aqui não é esgotar o assunto, mas ao contrário, buscar novas formas de entendimento. Aquilo que para alguns é tão natural, para outras é um pesadelo, preferindo abster-se do convívio social, isolando-se ou buscando apenas relacionamento na internet, onde não precisam se expor com totalidade, podendo "deletar os indesejáveis" quando bem entender. Não vamos considerar como dificuldade o simples fato de um indivíduo se desentender somente com uma ou duas pessoas. Isto pode ser uma questão de ajuste na relação e é  assunto pra outro tópico . O foco aqui são as dificuldades que trazem limitações e prejuízos sociais, afetivos e financeiros. Em alguns casos, a história de vida de alguns indivíduos aponta para ocorrências limitadoras durante a infância ou adolescência, levando-os a se sentir