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Mostrando postagens de Setembro, 2018

Traição: como lidar.

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Traição: como lidar. Em sentido strito, Traição ou infidelidade significa a ruptura de compromissos, que pode se dar em vários níveis: afetivos, profissionais, familiares, etc. Neste tópico, vou tratar sobre a traição relacionada aos relacionamentos afetivos, que aflige muitas pessoas. I maginemos um relacionamento que está indo "de vento em popa". O parceiro ( ou a parceira) é afável, pontual, carinhoso, envolvente, etc.. Mas um dia, eis que que você se depara com uma cena nada agradável: Realmente, é desesperador. É como se o mundo parasse ou (no relato de algumas pessoas) como se "o chão se abrisse". Diante desta cena inesperada (ou equivalentes) o sentimento mais comum é a raiva. Algumas pessoas podem ter vontade de tomar uma atitude na hora, outras preferem não acreditar (negação). Nenhuma das duas atitudes é recomendável, uma vez que a raiva pode levar os indivíduos a cometerem atos graves, que poderão

A Arte de dizer NÂO

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Dizer "não" é uma arte que exige muita determinação. Quantos indivíduos sofrem de abuso emocional, social ou profissional por não saberem dizer "não"? Dizer "não" é uma rara habilidade social, e requer o desenvolvimento da capacidade de previsão de perdas, da tomada de decisões e do controle das emoções. Por que é difícil dizer não? Os motivos que levam os indivíduos a dizerem "não", podem se relacionar diretamente com o medo de punição ou rejeição. Punição: Exemplos:  Alguns indivíduos abrem mão de seus momentos de lazer com a família ou amigos, para dedicarem seu tempo extra ao trabalho, para atender à solicitação de algum chefe ou patrão, sem observar que, em muitos casos, não há necessidade extrema. Porém a negação deste pedido pode remeter à ilusão de prejuízo profissional, o que nem sempre se justifica. É importante ter coragem para dizer "não", especialmente quando estas situações se confi

amores pesados

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Reações afetivas deveriam ser leves e gratificantes, servindo para promover o bem estar daqueles que a vivenciam.  Deveriam ser compensadoras, ajudando os indivíduos a lidarem melhores com seus conflitos do cotidiano.  Deveriam servir para que nos tornássemos pessoas melhores em todos os sentidos. Deveriam servir para que aprendêssemos a amar e confiar. Mas não é o que se observa: atualmente tenho acompanhado alguns casos, onde as relações afetivas assumiram uma grande proporção problemática na vida, tonando-se abusivas ou relações de controle, poder ou submissão. Por exemplo, quando alguém abre mão de sua liberdade de escolha para satisfazer a outra parte, que por sua vez faz inúmeras chantagens emocionais, estamos diante de uma relação abusiva. Os amores pesados são aqueles em que uma das partes tem de sofrer para que a outra parte fique momentaneamente feliz. Não há acordo possível, e sim, muita chantagem, choro, drama e pouca consideração pelo ponto de vista  alhe

Amor patologico

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Amor doente Teoricamente, o   amor é algo positivo, saudável que visa agregar qualidade de vida às pessoas, colaborando para o aumento do bem estar e da saúde física e mental. É por meio deste sentimento que muitas coisas boas foram construídas. Infelizmente, em nome deste sentimento,  muita destruição e tragédia ocorreram ao longo da história. Podemos citar como exemplo a Guerra de Tróia, que começou em função do fatídico amor de Paris pela bela Helena.  É necessário esclarecer, primeiramente o que se entende por amor doente (ou neurótico). Para Fromm (1973)  O amor neurótico é caracterizado pelas  "falsas concepções do amor" que levam os indivíduos a desenvolver comportamentos compulsivos e pensamentos obsessivos, bem como relações de dependência. Este amor neurótico começa quando um indivíduo coloca "a vida nas mãos de alguém", passando a se comportar em função do outro. Isto pode levar a um comprometimento da própria vida social, uma